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2009 - Os Premiados do Adjogo. Vê os resultados

hottest locations


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Março 13
Porto, Freguesia da Vitória – I
Igrejas de São Bento da Vitória e Paroquial da Vitória

O Convento de São Bento da Vitória foi fundado nos finais do séc. XVI. A construção da igreja, sob projecto do arquitecto Diogo Marques, iniciou-se pouco tempo depois e prolongou-se por todo o século XVII.

A primitiva igreja de NS da Vitória foi edificada por volta de 1539 pelo bispo D. Frei Marcos de Lisboa. Igreja quinhentista, está erguida no local da antiga Judiaria Nova, no Olival, derivando desse facto, segundo a opinião de alguns historiadores, o nome que lhe foi dado, para simbolizar a vitória da religião cristã sobre a judaica.

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Março 27 e 28
Castelo Rodrigo, Penedono e Castelo Bom

Vila amuralhada, Castelo Rodrigo sobressai no panorama agreste com o casario granítico a integrar-se na paisagem. Os seus treze torreões, redondos, edificados no reinado de D.Dinis, fazem lembrar a cidade espanhola de Ávila.

Poucas são as vilas do país que não estejam adulteradas por construções ditas modernas e cujo encanto é nulo. Raros, são também os locais que continuam a manter estreita ligação com um passado rico em história e arquitectura. Penedono, é porém uma das excepções à regra.
Incrustada na rocha granítica do interior beirão, a aldeia de Castelo Bom é um lugar onde em cada um dos seus recantos é possível encontrar uma história, um testemunho do passado,  ou uma marca do tempo.

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Abril 3
Porto, Freguesia da Vitória – II
Igrejas da Ordem Terceira do Carmo e dos Carmelitas

Do conjunto formado pelas igrejas da Venerável Ordem Terceira do Carmo e dos Carmelitas, esta é a mais antiga, que pertencia ao extinto convento, hoje ocupado pela Guarda Nacional Republicana. Data de 1616 a autorização régia para a instalação dos carmelitas no Porto, remontando a 1619 a primeira pedra do novo edifício. As obras prolongaram-se durante a primeira metade do século XVII e a igreja, concluída em 1628, só viu a campanha decorativa terminada cerca de 1650.

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Abril 24 e 25
Castelo de Vide, Portalegre e Marvão

Marvão, sítio onde as águias se vêem de costas, tem muito que contar desde que, no ano de 755, o mouro Maruan – então senhor de Coimbra – subiu às suas escarpas que conduzem ao cume do Hermínio Menor, situado na Serra de São Mamede. Um castelo e três ruas revelam muito da sua história.

Edificada num planalto da serra de São Mamede, numa das belas regiões do país, Portalegre tem simultaneamente características da serra verdejante e da campina alentejana, que se conjugam num variado conjunto paisagístico.
Considerada como umas das mais castiças povoações alentejanas, Castelo de Vide mantém dentro do perímetro das muralhas um notável conjunto de obras de arte, tais como igrejas, fontes, casas nobres, portais góticos e a Judiaria, com as suas tão características ruas.

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Maio 15
Santa Maria da Feira

A feira que se realizava às portas do castelo terá dado o nome à vila, mas a ascensão à categoria de cidade, em 1985, alterou-lhe a denominação. O Castelo da feira (século X), com os seus quatro torreões abobadados, é considerado um dos mais belos do país. Não muito longe encontra-se o Convento dos Lóios, cujas fachadas dos campanários estão revestidas a azulejos do século XVII.

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Maio 29
Porto, Freguesia de São João da Foz
O Passeio Alegre

Jardim romântico, oitocentista, situado à beira-rio, o Jardim do Passeio Alegre é um dos pontos de visita obrigatória da Foz do Douro. Além de variadas espécies vegetais, com árvores de copas e plantas ornamentais, possui candeeiros-obeliscos de ferro fundido, da autoria de Nicolau Nasoni, e um coreto metálico. Oportunidade ainda para admirar o Farol de São Miguel, o Castelo de São João da Foz e os antigos edifícios dos Pilotos da Barra.

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Junho 3, 4, 5 e 6
Sintra, Mafra e Queluz e Sintra

Classificadas, em 1995, como Património Mundial, a vila e a serra de Sintra formam um conjunto de riqueza única. Associada aos movimentos românticos do século XIX e com fama internacional desde então, Sintra tem também património mais antigo onde se destaca o Palácio da Vila.

Considerado como o maior monumento nacional e máximo expoente do barroco, o Convento de Mafra, que integra a Basílica e o Palácio Real, foi mandad0 construir por D.João V em cumprimento de um voto pelo nascimento da sua primogénita.

Devido ao estilo «rocaille», ao luxo das salas e aos jardins barrocos à francesa, muitos são os que consideram o palácio de Queluz uma imitação de Versallhes. Inicialmente palácio de Verão, acabou por ser residência da família real de 1794 até à fuga para o Brasil, em 1808.

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Junho 12
Porto, Freguesia de Santo Ildefonso – I
Igrejas dos Congregados e Santo Ildefonso

A igreja dos Congregados foi inaugurada a 8 de Dezembro de 1680 e pertencia à Congregação de Filipe de Néry. A sua frontaria, estilo barroco, é do século XVII, decorada pelos magníficos azulejos de Jorge Colaço e por vitrais de Robert Léone executados em 1920.

A Igreja se Santo Ildefonso destaca-se pelos maravilhosos painéis de azulejo com os quais revestiu a sua fachada. Reconstruída a partir de 1730, por se encontrar em ruínas a primeira igreja, ficou concluída em 1737.

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Julho 3
Caminha e Valença

Antigo porto numa ponta de areia entre os rios Coura e Minho, a vila de Caminha desenvolveu-se com base na pesca e no comércio (fluvial e marítimo), a partir do século XII, quando se reduziu a pirataria no litoral, ganhando importância como baluarte defensivo da fronteira noroeste de Portugal.

Cidade de fronteira, localizada junto ao Rio Minho, Valença está rodeada de muralhas e conserva as características de cidade fortificada nos séculos XVII-XVIII ao estilo do arquitecto militar francês Vauban. O seu primeiro nome foi «Contrasta», que significava povoação oposta a outra, devido à sua localização frente à cidade galega de Tui, na outra margem do Rio Minho.
Julho 17
Porto, Freguesia de Santo Ildefonso – II

Biblioteca, Capelas das Almas e NS da Boa Hora (Fradelos)

A Biblioteca foi criada por D. Pedro IV por decreto de 3 de Julho de 1833, tendo conhecido várias instalações, antes de adoptar, definitivamente, as do antigo convento de Santo António, doado à Câmara em 1839. A inauguração ocorreu a 4 de Abril de 1842.

A Capela da Almas ou de Santa Catarina, é uma construção do século XVIII, que tem como característica o exterior revestido de azulejos de Eduardo Leite, executados em 1929, pela Fábrica de Cerâmica Viúva Lamego.

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Setembro 4
Porto, Freguesia de Santo Ildefonso – III
Igreja de NS da Lapa e Capela do Divino Coração

Erguida no monte de Germalde em Janeiro de 1755, a capela inicial era de pequenas dimensões. Nela se guardava a imagem de NS da Lapa e aqui vinham muitos penitentes sendo este o motivo pelo qual passou a chamar-se por Capela de Nossa Senhora da Lapa das Confissões.

A capela neogótica dos Pestanas, assim designada por se situar junto ao Palácio desta família e por ter sido encomendada pelo Engenheiro José Joaquim Pestana, à altura o proprietário do Palácio, foi construída entre 1878 e 1890, ano em que abriu as portas ao culto.

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Setembro 18 e 19
Penela e Montemor-o-Velho

O grande emblema de Montemor-o-Velho é o castelo que se ergue a meio dos inundáveis campos do Baixo Mondego. As suas muralhas jogaram papel determinante na defesa da linha do Mondego, frágil fronteira entre cristãos e mouros no alvorecer do Reino de Portugal.

Penela tem como umas das suas principais atracções o castelo medieval que, no século XII, a par do de Montemor-o-Velho, participou de forma decisiva na defesa da linha do Mondego.

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Outubro 2, 3, 4 e 5
Évora, Vila Viçosa e Monsaraz

Cidade que foi residência de reis e nobres durante a época de ouro da nossa história, Évora conserva quase intacto o vasto património arquitectónico e cultural que herdou desse templo glorioso. A UNESCO conferiu-lhe o estatuto de Património Mundial em 1987.

Vila Viçosa é uma herança extraordinária que resulta de circunstâncias históricas excepcionais relativas a momentos altos da História de Portugal. Vivendo Vila Viçosa, também, do seu património, não se deve deixar perder qualquer parcela que possa contribuir para o seu enriquecimento.

 Sentinela avançada junto da fronteira natural do Guadiana, Monsaraz é uma vila medieval onde são preservados, castelo, muralhas e fortificações

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Outubro 30
Ponte de Lima e Rendufe

Implantada na região do vale do Lima e debruçada sobre o rio que lhe conferiu o nome, Ponte de Lima, possui um conjunto de características paisagísticas únicas que desde sempre conferiram a esta vila do Alto Minho uma originalidade e uma especificidade muito próprias.
O seu passado histórico, marcado por uma forte referência medieval que ainda hoje se vê traduzida no traçado urbano da vila, teve como suporte uma estrutura económica baseada no carácter comercial e mercantil que se viu reforçada, quando em 1125 D. Teresa lhe conferiu foral institucionalizando a Feira que, tal como hoje, se estende pela frente urbana da vila bordejando o Lima.

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Novembro 6
Porto, Freguesia de Massarelos

O Museu do Carro Eléctrico assume como missão preservar, conservar e interpretar, em benefício do público, espécies e artefactos ilustrativos e representativos da história e desenvolvimento dos transportes públicos urbanos sobre carris da cidade do Porto.
Através da investigação e da exposição das suas colecções, da organização de exposições e programas de índole cultural o Museu proporciona aos seus públicos a oportunidade de aprender, experimentar e conhecer de perto a história, o desenvolvimento e o impacto sócio-económico dos transportes públicos sobre carris da cidade do Porto.

Novembro, 20 - Encerramento actividades

Fotos - Festa de Natal 2008 - Coliseu do Porto

Este ano o ciclo de visitas à DESCOBERTA DO PATRIMÓNIO, vai englobar três áreas distintas:

PORTO, cidade histórica…
PORTUGAL, país por descobrir…
ESPANHA, um mundo a descobrir…

 

CALENDARIZAÇÃO DAS VISITAS 2009:

PORTO, cidade histórica…

  • FREGUESIA DA SÉ – DIA 4 ABRIL e DIA 9 MAIO;

O bairro da Sé, hoje áspero e triste, com um aspecto de ruína, onde crescem musgos e há derrocadas de caliça, evoca infindáveis recordações e esplêndidas grandezas históricas, que estão perpetuamente presos à sua nobre opulência de outras eras.

  • FREGUESIA DE SÃO NICOLAU – DIA 4 JULHO;

Ribeirinha, castiça, histórica e tripeira de séculos, é o que se pode dizer de São Nicolau, da Ribeira e do Barredo. Dificilmente um pedaço de cidade condensaria tão variado conjunto de monumentos, locais, recantos, ruas, vielas, onde cada pedra ou cada degrau gasto pelos passos, resumam uma história feita no tempo e na recordação das pessoas.

  • FREGUESIA DA VITÓRIA – DIA 12 SETEMBRO;

A Vitória representa o Porto que era dentro das muralhas, o Porto dos acontecimentos da história que permanece intocado na individualidade urbana que distingue, mais que a freguesia, o bairro da Vitória, onde se encontra uma portentosa colecção de património construído no correr dos séculos.

  • FREGUESIA DE MASSARELOS – DIA 24 OUTUBRO;

Outrora lugar de mareantes, pescadores e comerciantes, Massarelos deu forma no século XIX a um importante centro fabril. A implantação geográfica da freguesia permite dividi-la em A MASSARELOS POPULAR, mareante, pitoresca e tripeira; labirinto de ruelas e travessas em redor da velha igreja matriz; A MASSARELOS DAS QUINTAS, em degraus ascendentes através de escadas e vielas, com soberbas paisagens sobre o rio Douro; e A MASSARELOS ALTA, dos bairros operários de Vilar e dos novos bairros residenciais do Campo Alegre e do Bom Sucesso.

PORTUGAL, país por descobrir…

MONSANTO, PENHA GARCIA E IDANHA-A-VELHA – DIAS 21 E 22 MARÇO

  • MONSANTO; Aldeia histórica que preserva vestígios de ocupação pré-histórica, MONSANTO desenvolve-se a meia encosta, no cimo de uma elevação que sobressai tanto da paisagem que, por vezes, as suas casas parecem quase suspensas, num equilíbrio desafiador.
  • PENHA GARCIA; Apelidada de «o presépio da Beira», PENHA GARCIA é um pequeno núcleo urbano da encosta Sul da serra de Penha Garcia, na margem direita do Pônsul, que teve ocupação desde a Pré-história, e onde, além do castelo, sobressai um importante conjunto de antigas casas de xisto.
  • IDANHA-A-VELHA; O museu ao ar livre em que a aldeia está transformada, documenta que IDANHA-A-VELHA terá sido uma cidade romana de grande esplendor, supostamente fundada no século I a.C. As suas centenárias pedras abrem lugar às mais profundas memórias da história do território.

GUARDA, CASTELO NOVO E BELMONTE – DIAS 25 E 26 ABRIL

  • GUARDA; Cidade mais alta de Portugal, edificada num dos flancos da Serra da Estrela, a Guarda tem panorâmicas ímpares. Antiga praça de guerra, acumulou ao longo do seu passado uma história de resistência. Centro da vida citadina desde o século XII, a Praça Velha (agora Praça Luís de Camões) é presentemente o ponto de referencia para a sua descoberta.
  • CASTELO NOVO; Outrora território Templário, CASTELO NOVO deve o seu desenvolvimento ao ouro vindo do Brasil, razão por que o património da aldeia, de características medievais, está ligado ao reinado de D.Manuel I. A originalidade da aldeia está na forma como a povoação se estruturou pela encosta da Serra da Guardunha, à volta do castelo, e de forma mais ou menos labiríntica, numa mistura de ruelas, escadas para vencer desníveis e ruas irregulares.
  • BELMONTE; Vila desde muito cedo ligada à presença da comunidade judaica, BELMONTE tem no elegante castelo a sua referência mais importante. Provavelmente edificado no século XII, a velha fortaleza seria imprescindível, juntamente com o castelo de Sortelha, para manutenção da linha defensiva do Alto Côa, até à assinatura do Tratado de Alcanizes (1297).

 

BRAGANÇA – 23 e 24 MAIO;  

Acomodada nos limites montanhosos e temperada pelo tempo, BRAGANÇA, capital do nordeste transmontano, é uma das mais antigas cidades do país. De permeio com as marcas de lutas, dramas e glórias de antanho, a cidade desafia o imaginário do visitante e merece ser desvendada, de fio a pavio.

    LINHARES DA BEIRA, MEDA, MARIALVA – DIAS 19 E 20 SETEMBRO

    • LINHARES DA BEIRA; Vila de fundação medieval, LINHARES teve origem no contexto gerado com a Reconquista Cristã. A estrutura de ocupação do espaço da antiga vila, conjuga um tipo característico de povoamento medieval, com desenvolvimentos durante o período quinhentista.
    • MEDA; Modesta vila e sede de concelho, MEDA, é uma povoação muito antiga que, nos dias de hoje procura modernizar-se para fora dos limites que o povoamento lhe impôs. Isto apesar de a vida da população continuar, fundamentalmente, virada para a agricultura e a para produção dos deliciosos vinhos de Meda.
    • MARIALVA; Poucos lugares do país proporcionam um encontro tão emocionante com a história como MARIALVA. Da grandiosa vila medieval, resta um montão de ruínas circundadas por uma muralha em que se abrem cinco portas. Lá dentro, apenas as igrejas continuam intactas.

    LORVÃO ÓBIDOS – DIAS 7 E 8 NOVEMBRO;

    • LORVÃO; Aldeia vizinha de Penacova, pouco teria de notável se não fosse o seu imponente mosteiro que, começou por ser beneditino, e depois, a partir do reinado de D.Sancho I, cenóbio feminino cisterciense. Vale a pena ver o claustro, bem como a igreja, e o imponente cadeiral do coro.
    • ÓBIDOS; Encerrada dentro de muralhas, ÓBIDOS resistiu ao progresso e soube manter a elegância que fez da vila dote de rainhas. Caracteriza-se pelas ruas estreitas, por espaços públicos de reduzidas dimensões (com excepção da Praça de Santa Maria, onde se localizam os edifícios de maior relevância), e por casas de dois pisos com quintais murados, rebocados a cal e pintadas em tons vivos.

     

    ESPANHA, um mundo a descobrir…

    ZAMORA, VALLADOLID, ÁVILA, SEGÓVIA E CIUDAD RODRIGO – DIAS 10, 11, 12, 13 E 14 JUNHO

    • ZAMORA; Cidade histórica situada em plena Rota da Prata, ZAMORA, entre os séculos VIII e IX, foi um baluarte fronteiriço de primeira ordem nas guerras entre mouros e cristãos. Nos dias de hoje, é considerada como ponto de referência da arquitectura contemporânea.
    • VALLADOLID; Capital da Comunidade Autónoma de Castela & Leão, VALLADOLID, cidade do rio Pisuerga, conserva no centro histórico, um interessante conjunto renascentista, composto por casas, palácios e igrejas, mas onde sobressai a Catedral, o seu edifício mais emblemático.
    • AVILA; Cidade monumental, ÁVILA, fruto da sua condição de berço de Santa Teresa de Jesus, tem deixado em toda a cidade, tanto dentro como fora do recinto amuralhado, um elevado número de edifícios religiosos vinculados à vida mística.
    • SEGÓVIA; Após ter sido uma importante praça militar do Império Romano, SEGÓVIA viveu a sua época de esplendor na Idade Média, ao converter-se em lugar de residência da corte dos Trastámara. A este importante período se deve a construção de um elevado numero de edifícios românicos, riqueza patrimonial que ainda preserva e da qual sobressai o aqueduto, classificado como património mundial.
    • CIUDAD RODRIG; Cidade cuja origem remonta aos tempos da ocupação romana (a velha Miróbriga), CIUDAD RODRIGO viveu momentos de esplendor entre os séc.XV e XVI. Nos séculos seguintes viu crescer em torno dos seus muros todo o complexo sistema fortificado que ainda hoje se pode observar, e que a transformou num dos conjuntos de maior relevância de toda a península ibérica.

    CORUNHA E LUGO – DIAS 3, 4 E 5 OUTUBRO

    • CORUNHA; Capital da Comunidade Autónoma da Galiza, CORUNHA é uma das cidades marítimas mais importantes de toda a península ibérica, contudo poucas serão as que possuem uma riqueza tão extraordinária de monumentos e de cultura.
    • LUGO; Cidade com mais de 2 000 anos de história, LUGO é a mais antiga capital da Galiza. Fundada no ano 14 a.C. continua a conservar, em toda a sua extensão, a muralha primitiva, há muito considerada património mundial, no interior da qual coabitam duas cidades, a antiga e a moderna.

     

    Visitas à Descoberta do Património 2008

    Março Dia 15 – GUIMARÃES
    A rua de D.João I, que no tempo medieval per-mitia a saída para o Porto, vai levar-nos a conhecer uma área geo-gráfica que, à época, além de lugar de frades Dominicanos e Francis-canos, era também ter-reno dos mesteres.

    Março Dia 29 – COIMBRA
    Cidade de extraordiná-ria beleza arquitectóni-ca, Coimbra é o mais antigo centro cultural do país. A parte antiga da cidade, com ruas, es-cadarias, arcos e pátios medievais, esconde os mais inesperados pano-ramas e monumentos.

    Abril Dia 12 – BRAGA
    Considerada como o maior centro de estudo religioso do país, tem no triângulo formado por Santa Maria Madalena da Falperra, Basílica do Sameiro, e Bom Jesus do Monte, locais emble-máticos de reconhecido interesse


    Abril Dia 25 e 26 – ALMEIDA
    Outrora importantes linhas defensivas, decisivamente marcadas pela envolvência geográfica e património histórico, Almeida, Castelo Mendo e Sortelha são, na actualidade aldeias históri-cas preservadas que impor-ta conhecer.

    Maio Dia 10 – SANTO TIRSO
    O Mosteiro de S.Bento, que se afirmou como um dos cenóbios bene-ditinos mais ricos do país; a igreja de S. Pedro de Roriz; e a importante citânia de Sanfins, no concelho de Paços de Ferreira, são legados de visita obrigatória.

    Maio Dia 24 – VILA DO CONDE
    Importante centro de construção naval, na época áurea dos Desco-brimentos, e presente-mente um tranquilo porto de pesca, Vila do Conde tem no patrimó-nio arquitectónico e cultural a sua principal riqueza.

    Junho Dia 7 -TAROUCA
    Numa região cuja impor-tância histórica é inquestio-nável, e onde o património além de vasto, é rico e car-regado de história, a ponte de Ucanha, e os Mosteiros de São Pedro e de Salzedas, são jóias medievais que importa conhecer.

    Junho Dia 21 e 22 – COMPOSTELA - ESGOTADO
    Ponto de encontro entre a fé, a crença e o pensamento oci-dental, onde o passado vive de mãos dadas com o presen-te, Santiago de Compostela, constitui um dos mais conhecidos destinos de uma longa rota de peregrinação – o Caminho de Santiago.

    Julho Dia 5 – RESENDE
    Porta de entrada do Douro vinhateiro, Resende dispõe de um acervo patrimonial de reconhecido valor histórico e artístico. Templos como o de Santa Maria de Cárquere, e as igrejas românicas de Barrô e São Martinho de Mouros, são tesouros a não perder.

    Julho Dia 26 – CAMINHA e VALENÇA
    Caminha, burgo secular mais velho que a própria pátria, e Valença, obra-prima da arquitectura militar portuguesa, agora transformada num ani-mado e concorrido centro comercial, são realidades minhotas que importa descobrir.

    Setembro Dia 20 – CHAVES
    Colonizada pelos ro-manos sob o nome de Aquae Flaviae (Águas de Flávio), que dela fi-zeram um importante bastião do império, viria a receber como tributo imperial a bela ponte sobre o Tâmega, a Ponte de Trajano.
    Dividida pelo Tâmega em dois graciosos bairros, de seus nomes Castelo e Madalena, as pedras que dão forma ao património arquitectónico de Chaves, têm, qualquer que seja o lugar escolhido, um pás-sado histórico que merece ser observado in loco.

    Outubro Dia 11 e 12– TOMAR e SANTARÉM
    Tomar, a antiga Sellium romana, é o exemplo do ur-banismo medieval traçado sob a influência dos Tem-plários. Cruzada pelo rio Nabão, tem no conjunto do Castelo/Convento de Cris-to, uma obra monumental de singular beleza, decla-rada património mundial, e de visita obrigatória.
    Santarém, cidade que acolhe e mistura diferen-tes civilizações e culturas, tem um legado patrimo-nial que pelas suas cara-cterísticas arquitectónicas permitiu ser apelidada de Capital do gótico portu-guês”.
    Visitá-la é ir ao encontro de surpreendentes rique-zas culturais.

    Outubro dia 25 – AVEIRO
    Outrora uma cidade considerável, enriquecida pelo sal e pelos navios que pescavam o bacalhau na Terra Nova, Aveiro com a sua rede de canais, apresenta uma das mais originais estruturas urba-nísticas do país.
    Apelidada de “Cida-de Arte-Nova”, reú-ne além desta arte decorativa, outros motivos de interesse que importa conhe-cer. A arquitectura, popular ou erudita, é outra das mais valias da cidade.

    Dia 15 – BATALHA e ALCOBAÇA
    O Mosteiro da Batalha, construído por inicia-tiva de D. João I, na sequência de um voto à Virgem, caso vencesse a Batalha de Aljubarrota, é o mais importante símbolo da Dinastia de Avis. Ao longo do século XV, todos os reis nele deixaram a sua marca.

    O Mosteiro de Alcobaça, fundado em 1178 pela Ordem de Cister para cumprir o voto feito pelo nosso primeiro rei, D. Afonso Henriques, é uma obra de arquitectu-ra medieval simples e elegante.
    Nele se encontram os túmulos, de D. Pedro I e de D. Inês de Castro.

    Dia 29 – ENCERRAMENTO